On phrase books, body language and foreign speakers

Have you ever had to make use of gestures when trying to communicate with foreign people? Have you ever made use of phrase books when you are completely clueless about the language spoken in the place you were visiting?

Well, I myself had to employ both these “strategies” when I was in Paris for a few days on my last holidays. Can you guess which one of them worked nicer? Yep, the gestures undoubtedly came along better than the phrase book in at least two situations: first, at a drugstore, and second at a restaurant where there was a number of dishes on the main counter (similar to the Subway’s franchise), so that not only did I have to say aloud to the attendant what I wanted to eat, I also had to express how much of each food I’d have and, occasionally, ask what some local dish was about (or simply jump to a more obvious – or less risky – choice).

Although the phrase book did teach me how to greet and thank people, besides some vocabulary, it was of no avail when I needed to hold longer dialogues which would never save my neck if I were in some life-or-death situation. That’s exactly what happens in this sketch by Monthy Python, regardless of the fact that in the video they paint a worst-case scenario by imagining a phrase book which was not only inaccurate, but also filled with dirty expressions and which actually meant to poke at people who have no idea about the language they’re venturing upon.

Have you ever been in a similar situation? Do you agree that these bloomers somehow make the best stories about trips and about learning a foreign language?

Alguma vez você já teve que fazer gestos enquanto falava com estrangeiros? Você já usou guias de conversação como tentativa de não ficar completamente por fora do idioma falado no lugar em que você estava visitando?

Bom, eu tive que lançar mão destas duas “estratégias” quando fiquei em Paris por alguns dias, durante minhas últimas férias.  Adivinha qual das estratégias funcionou melhor? É, os gestos fizeram mais bonito que o meu francês em pelo menos duas situações: a primeira, quando precisei pedir medicamentos em uma farmácia e a segunda quando fui a um restaurante em que deveria escolher a comida em um balcão central (parecido com o Subway, você vai dizendo para o atendente o que quer comer), então não só precisei dizer em voz alta o nome dos pratos, mas também tinha que sinalizar o quanto de cada comida eu queria e, ocasionalmente, perguntar de quê se tratava determinado prato típico (ou, simplesmente, pular logo para o prato que fosse menos arriscado).

Apesar de o guia de conversação ter me ajudado a cumprimentar e agradecer as pessoas, e também um pouco de vocabulário, não serviu pra nada quando eu precisei manter conversas mais longas e que, se fossem questão de vida ou morte, jamais salvariam meu pescoço. Sempre lembro disso quando vejo esse esquete do Monty Python acima, embora eles tenham levado a situação ao extremo, imaginando um guia de conversação que não só não é preciso como é recheado de expressões de baixo calão e que foi realmente feito para zoar com as pessoas que não sabem nada sobre o idioma em que resolveram se aventurar.

E você, tem alguma história parecida? Você também acha que são deslizes assim que resultam nas melhores histórias sobre viagens e sobre aprendizados de língua estrangeira?

About Isabella Ferraro

English examiner, teacher and frustrated ballerina. Geek, gauche, obsessed with books, podcasts and the web. Dedicated professional and blogger, tho. More info below blog's header.
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9 Responses to On phrase books, body language and foreign speakers

  1. Adorei! Enquanto lia seu texto, ia me lembrando de diversos momentos muito divertidos da minha vida aqui na Holanda! Muito bom tema! Só lamento o fato do vídeo não estar disponível (adoro Monty Python)! Beijos

    • Oi, Ana, tudo bem?
      Imagino que você tenha mesmo muitas histórias sobre a Holanda. Estive em Amsterdam em maio deste ano e não conseguia nem pronunciar o nome das ruas direito. Ainda bem que o inglês deles é incrível ^_^
      Fico feliz que tenha gostado do texto e agradeço por ter me dado o toque com relação ao vídeo, não sabia que tinha expirado – já consertei e espero que agora você consiga assistir. Beijos!

      • Oi Isabella,

        Você esteve por aqui?! Amesterdam é linda mesmo! Adoro aquela cidade! Se você vier novamente para cá, não deixe de vir conhecer Delft!

        Mas falando sobre a língua…É necessário muito treino e dedicação para aprender a pronunciasr as palavras corretamente. Holandês exige o uso de músculos que nós não usamos nem em português e nem em inglês. Além disso, a gramática também é muito complicada.

        Verdade!, o inglês deles é incrível! Ainda bem, caso contrário morar aqui seria bastante difícil.

        Beijinhos!

      • Foram apenas 4 dias, Ana, acabou sendo justamente durante o Queen’s Day e só deu pra conhecer Amsterdam mesmo, antes de seguirmos para o Reino Unido. Mas seria ótimo voltar, conhecer Delft e, quem sabe, te contratar para umas aulinhas introdutórias ao holandês🙂
        Aliás, você é descendente de holandeses? Como decidiu ensinar português na Holanda? Beijos!

  2. Pingback: EFL/ESL in Brazil: who’s to blame? | English as a Foreign Language

  3. Hahahaha! I loved it, Isabella! (:

  4. Ricardo says:

    Dear Isabella, there will be some Monty Python in our class tomorrow.🙂
    (Btw, great post with beautiful language.)

    • Dear Ricardo, thank you so much for your visit and compliments, it makes me the happiest it pleases you – it’s your work that makes such language possible.
      So, Monty Python tomorrow? Nice coincidence, won’t miss it🙂

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